Cultura
Agosto 04,2026
por Miguel Sousa
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“Silêncio na Alma”, assim se designa o trabalho do artista de pintura Gonçalo Couto, natural de Ponte da Barca, que vai estar patente de 7 a 28 de agosto, no espaço São Martinho, no edifício São Martinho, em Penafiel, numa organização Arte em Confinamento Gonçalo Couto destacou, em declarações ao “O Penafidelense”, que esta é a primeira vez que apresenta uma exposição individual em Penafiel, assumindo que “é uma grande honra poder mostrar o meu trabalho nesta cidade”. O autor declarou que esta exposição nasceu da “vontade de dar voz às emoções que muitas vezes não conseguimos expressar por palavras”. “Cada pintura representa uma parte de mim, das minhas vivências, reflexões e sentimentos”, disse, salientando que "Silêncio na Alma" simboliza “tudo aquilo que sentimos no nosso interior e que nem sempre conseguimos dizer.” “Acredito que a arte pode falar quando as palavras se calam”, frisou, assumindo que este trabalho remete para o “universo da cor, da sensibilidade e da introspeção”. “A minha pintura procura despertar emoções e convidar o observador a refletir. A cor, a luz e os olhares das personagens são elementos fundamentais para transmitir essa sensibilidade”, afirmou, sublinhando que a exposição reúne cerca de 17 obras, escolhidas para "mostrar diferentes fases e temas do seu percurso artístico". Ao “O Penafidelense, Gonçalo Couto referiu-se à sua pintura, como “figurativa, mas com uma forte componente emocional e simbólica”. “Gosto de contar histórias através das imagens e de deixar mensagens que levem o público a pensar e a sentir”, afiançou, recordando que a pintura o acompanha desde muito novo. “Sempre senti uma necessidade natural de desenhar e criar. Com o tempo fui aperfeiçoando a técnica, mas acima de tudo mantive a paixão de pintar aquilo que sinto, sem seguir modas ou tendências”, manifestou ainda, confessando estar expectante para vir a Penafiel e dar a conhecer o seu trabalho. “Espero, acima de tudo, que as pessoas sintam alguma emoção ao visitar a exposição. Se cada visitante sair com uma reflexão ou um sentimento despertado por uma das minhas obras, já considero que a exposição cumpriu o seu objetivo. Também espero que esta seja uma oportunidade para dar a conhecer melhor o meu trabalho e continuar o meu percurso artístico”, afiançou. Gonçalo Couto assume-se como “um pintor explorador cujo trabalho navega entre o realismo, a emoção e a transformação interior”. Ainda segundo o artista, a sua obra percorre “diferentes estilos e técnicas, desenvolve um universo pessoal marcado pelo olhar, pelo silêncio e pela profundidade humana”. "Recusando limitar-se a um único estilo", o autor esclarece que o seu “percurso artístico é guiado pela procura constante de novas formas de expressão”. “Cada obra torna-se uma exploração visual onde a técnica encontra a emoção”, refere na nota que enviou ao “O Penafidelense”. “As suas pinturas abordam temas ligados à alma, à paz, ao amor e à reflexão interior. Entre força e sensibilidade, as suas obras convidam o observador a sentir mais do que simplesmente olhar. Ao longo dos últimos anos, Gonçalo Couto participou em várias exposições coletivas em Portugal, incluindo grandes salões artísticos que reúnem numerosos artistas contemporâneos. Cada pintura é uma visão interior, um diálogo silencioso entre o artista e a emoção”, alude, ainda, na mesma nota informativa. Fotografia de destaque: DR
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