Nuno Sousa, pseudónimo literário de Pedro Nuno, 48 anos de idade, natural de Castelões de Cepeda, Paredes, a residir em Paço de Sousa, concelho de Penafiel, há 18 anos, foi vencedor do concurso Literário Alexandre O’Neill 2025, na modalidade de poesia, numa iniciativa do município de Constância, dinamizada através da Biblioteca Municipal Alexandre O' Neill
O premiado, que viveu toda a sua infância na freguesia de Urrô, em Penafiel, residência e naturalidade dos meus pais, destaca que o seu poema “Apagão com Alma” foi distinguido por unanimidade júri da 11.ª edição do Concurso Literário Alexandre O’Neill, na modalidade de poesia (Comunidade Adulta).
Segundo o autor este “poema nasceu de um apagão real em Portugal (e até parte de Espanha), e fala, sobretudo, da luz que carregamos por dentro: da infância, da rádio, dos jogos de rua, das vozes antigas e das memórias que ficam”.
O autor destaca, em declarações ao “O Penafidelense” que a “poesia sempre foi uma paixão desde criança”.
“Apesar de hoje em dia o que mais gosto de escrever são narrativas poéticas sobre lugares, património, cultura, história e natureza. Além da poesia, adoro também a fotografia, outro meu passatempo. E por exemplo, este ano uma fotografia minha ficou em terceiro lugar no concurso de fotografia organizado pela ADER-SOUSA e Corane com o tema "Descobrir a Natureza nas aldeias sem fronteiras", disse.
Nuno Sousa refere, ainda, que tudo isto “candidatura a concursos de literatura e fotografia) foi por influência e incentivo da minha família, em especial dum grande amigo do tempo de secundário o professor Alberto Vale”.
O autor esclarece, ainda, que atualmente e desde “2018, tenho vindo a escrever um livro com o tema "Vidas, Terramoto de 1755", onde são criadas diversas personagens que representam a sociedade portuguesa e Lisboa na altura, dos diversos setores, fazendo uma crítica social a esses tempos, como por exemplo a escravatura, a inquisição, a exploração marítima, etc., e fazendo reviver o trágico acontecimento que foi o Terramoto de 1755 em Lisboa”.
Nuno Sousa avança, também, que apesar de não ter, ainda, nenhum livro publicado/editado, está a concluir um para publicar/editar em 2026.
Refira-se que Nuno Sousa obteve o terceiro lugar no segundo concurso de Fotografia "Descobrir a Natureza das Aldeias Sem Fronteiras", promovido pela ADER-SOUSA e Associação de Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina (CORANE).
A segunda edição do concurso de Fotografia "Descobrir a Natureza das Aldeias Sem Fronteiras" teve como tema central “os recursos naturais das Terras do Sousa e raia nordestina".
Numa reação a este prémio, Nuno Sousa escreveu que “caminhar pela natureza e pelas aldeias sempre fez parte de mim”.
“Mais recentemente, pela influência da fotografia, aprendi a admirar esses momentos de uma forma diferente: observo pormenores, capto detalhes, descubro beleza no abstrato”.
“A fotografia, tal como a vida, é um caminho de constante pesquisa, descoberta e melhoria. É um longo percurso de valorização, sem pressa – porque eu, a natureza e o clique da máquina não temos pressa. Os momentos vividos neste projeto foram a minha maior vitória”, expressa.
Fotografia de destaque: DR/Município de Constância e Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill/Facebook
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