Desporto
Abril 19,2026
por Miguel Sousa
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A Federação Portuguesa de Ciclismo aprovou, este sábado, 18 de abril, em Assembleia Geral ordinária, o Relatório & Contas referente ao exercício de 2025, que registou um resultado líquido positivo de 52.495 euros. O documento foi aprovado por maioria, com 22 votos favoráveis, seis abstenções e um voto contra. A Federação Portuguesa de Ciclismo destaca que o “resultado confirma o percurso de recuperação e estabilização financeira da instituição, num ano marcado por exigência e transformação, refletindo a implementação das primeiras medidas estruturais definidas pela atual direção, no âmbito do ciclo estratégico 2025-2028”. “Do ponto de vista financeiro, 2025 representa uma inversão significativa face ao exercício anterior, em que a Federação registou um resultado negativo superior a 85 mil euros. O saldo positivo agora alcançado evidencia o reforço do rigor e da sustentabilidade na gestão”, refere a federação em comunicado, salientando que ao “nível desportivo, o ano ficou igualmente marcado por uma intensa atividade competitiva, com mais de uma centena de dias de competição em território nacional, bem como pela consolidação da aposta na formação e no desenvolvimento das diferentes vertentes da modalidade”. Ainda de acordo com a Federação Portuguesa de Ciclismo, a “aprovação do Relatório & Contas valida o trabalho desenvolvido ao longo do último ano e reforça o compromisso da Federação com um modelo de gestão mais rigoroso, sustentável e orientado para o crescimento do ciclismo em Portugal”. A Federação Portuguesa de Ciclismo aprovou ainda, por unanimidade, a atribuição do título de Sócio Honorário à Guarda Nacional Republicana (GNR), reconhecendo o contributo decisivo desta instituição para o desenvolvimento e segurança do ciclismo em Portugal. A proposta foi apresentada pelo delegado Bruno Henriques. “A distinção surge no ano em que se assinalam duas décadas de especialização da GNR no acompanhamento de provas de ciclismo de estrada, num percurso marcado pela qualificação, profissionalização e estreita articulação com a Federação”, adianta a federação que sublinha que ao “longo destes 20 anos, a GNR assumiu um papel central na garantia de segurança das competições, destacando-se pela criação de manuais específicos de atuação, pela formação contínua dos seus militares e pela constituição de unidades especializadas dedicadas ao acompanhamento de provas nacionais e internacionais”. “Entre os principais marcos deste percurso, destacam-se o desenvolvimento de manuais de procedimentos de segurança, a realização de ações de formação regulares, a cooperação internacional e a criação de um destacamento especializado para o policiamento destas competições”, acrescenta o comunicado da federação que manifesta que mais recentemente, a “GNR tem reforçado a sua intervenção através da introdução de novas soluções operacionais, como sinalética específica para provas de ciclismo, contribuindo para a credibilidade, segurança e valorização da modalidade”. “A atribuição deste título constitui um reconhecimento público do papel essencial da GNR no ciclismo nacional e do seu compromisso contínuo com a segurança de atletas, equipas e restantes intervenientes”, alude, ainda, a estrutura que gere o ciclismo nacional. Fotografia de destaque: DR/Federação Portuguesa de Ciclismo
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