Desporto
Agosto 16,2026
por Miguel Sousa
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O penafidelense Francisco Campos (Team Tavira/Crédito Agrícola) fez, este domingo, dia 16 de agosto, o terceiro lugar na etapa entre Maia-Porto, naquela que foi a última etapa da 87.ª Volta a Portugal, competição ganha pelo ciclista francês Guérin. A Federação Portuguesa de Ciclismo destaca que o “corredor de 34 anos foi o mais forte dos últimos 11 dias de competição e confirmou a Camisola Amarela esta tarde, com um minuto e dois segundos de vantagem para o colega Artem Nych”. Pedro Silva (Feira dos Sofás-Boavista) fechou o pódio final. “A Anicolor/Campicarn soma assim a terceira vitória consecutiva na Volta a Portugal Jogos Santa Casa, depois das conquistas de Nych nas duas edições anteriores”, reforça a Federação Portuguesa de Ciclismo que recorda que “Guérin não foi o único a festejar: a correr em casa, com Rui Oliveira a ser o mais rápido na emocionante chegada à Avenida dos Aliados e a conseguir o tão ansiado primeiro triunfo como profissional no ciclismo de estrada”. “O ciclista luso da UAE Team Emirates XRG foi um dos mais ativos ao longo da última semana e meia, esteve perto da vitória várias vezes, mas foi na cidade portuense, perante o seu público, que conseguiu finalmente erguer os braços, confirmando da melhor maneira a Camisola Laranja Galp, dos pontos”, lê-se, ainda. na nota informativa que nos foi enviada que sublinha que a “décima e última jornada da Volta a Portugal partiu da Maia ao início da tarde, com cerca de 96 quilómetros a pedalar até entrar no circuito desenhado entre o Porto e Vila Nova de Gaia”. “A Avenida dos Aliados voltou a ser palco da consagração final da Grandíssima: foi a décima vez que o Porto recebeu a etapa decisiva da prova e a primeira desde 2019”, lê-se, ainda, no comunicado enviado aos órgãos de comunicação social que declara que “foi precisamente nesse primeiro setor da etapa, entre a partida na Maia e a entrada no circuito final, que uma fuga de cinco corredores animou a tirada: Adam Lewis (APS Pro Cycling by Team Cadence Cyclery), César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), Viacheslav Ivanov (Feirense-Beeceler), Gaspar Gonçalves (GI Group Holding-Simoldes-UDO) – vencedor do Prémio da Combatividade EBRO do dia – e Eduardo Perez Landaluce (Óbidos Cycling Team)”. “O quinteto colaborou durante algum tempo, mas com o aproximar do fim, o pelotão aumentou o ritmo. A cerca de duas voltas da última e decisiva passagem pela meta, a fuga foi definitivamente alcançada, Diogo Narciso (Credibom/LA Alumínios/Marcos Car) ainda tentou depois a sorte, mas sem sucesso. A partir daí, a corrida foi dos favoritos ao triunfo nos Aliados, onde Rui Oliveira acabou por superiorizar-se à concorrência”, reforça a organização que avança que “Guérin cortou a meta na oitava posição e garantiu definitivamente a Amarela: em 87 edições realizadas, é a primeira vez que um francês conquista a Amarela na Grandíssima, ele que leva ainda para casa a Camisola Azul Continente, da Classificação da Montanha”. Nas classificações finais, e “apesar de ter tido novamente um furo na altura decisiva da corrida – situação que já havia vivido na véspera, na etapa nove –, Adrià Pericas demonstrou o potencial que lhe é apontado e selou a Camisola Branca Paredes Rota dos Móveis, da Juventude”. “Entre a consagração histórica de Alexis Guérin e a emotiva vitória de Rui Oliveira nos Aliados, terminou mais uma edição da Grandíssima, que ficará para sempre marcada pelos feitos desportivos, mas também pela memória de Finlay Tarling”, relembra a organização. Fotografia de destaque: DR
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