O penafidelense Rui Carvalho, da equipa do Gi Group Holding–Simoldes–UDO, é um dos dois penafidel4nses que vai estar 6.º Grande Prémio Douro Internacional, competição que decorre de 28 a 30 de agosto, numa competição que dura três dias e integra mais de 300 quilómetros, ligando o interior à cidade do Porto.
Já esta sexta-feira, dia 28 de agosto decorre o prólogo noturno em Vila Real, no sábado, dia 29 de agosto, disputa-se a etapa entre Vila Real e Lamego, numa extensão de 145,6 km e no domingo, dia 30 de agosto, decorre a etapa Porto-Porto, numa extensão de 154,3 km.
O ciclista, da Gi Group Holding–Simoldes–UDO, destacou, em declarações ao “O Penafidelense”, que o seu objetivo, nesta prova, depois de ter estado, também, presente na Volta a Portugal, passa por lutar pelos lugares da geral ou por vencer uma etapa.
Falando do grau de dificuldade desta competição, Rui Carvalho assumiu que esta é uma prova que apresenta várias dificuldades ao nível do percurso, pelo que o empenho e a determinação dos ciclistas e das equipas terá de ser total.
“É ma corrida começa com um prólogo e depois o segundo dia é muito duro na parte final, com subida de Armamar e Lamego a dificultar o andamento dos ciclistas”, afirmou, sublinhando que esta é uma prova exigente.
A sexta edição do Grande Prémio Douro Internacional conta com 18 equipas e cerca de 120 ciclistas.
A Federação Portuguesa de Ciclismo avança, ainda, que o “Grande Prémio Douro Internacional começa na noite da próxima sexta-feira, com um invulgar prólogo individual de 2,8 quilómetros pelas ruas de Vila Real (20h30 às 22h30), antes de duas etapas em linha – uma delas decisiva, em Lamego –, que conduzem a prova do interior até ao Porto, onde esta edição terá o seu desfecho”.
“A corrida mudou de datas e vai percorrer, em três dias, as paisagens durienses, contando com as equipas continentais portuguesas, conjuntos nacionais de clube e quatro formações espanholas, numa das últimas oportunidades de afirmação da temporada”, adianta a estrutura que gere o ciclismo nacional.
A jornada de sábado, num total de “145,6 quilómetros entre a Reitoria da UTAD, em Vila Real (12h50), e Lamego (16h15), deverá assumir um papel decisivo na classificação geral. Depois de atravessar Alijó, Favaios e Pinhão, em pleno coração do Douro, o percurso inclui duas contagens de montanha de primeira categoria na parte final, a 40 quilómetros da meta”.
No domingo, a “última etapa parte do Museu da Imprensa (12h00), no Porto, e termina na Avenida de Paiva Couceiro, junto à Ponte D. Maria Pia (16h00), também no Porto, após 154,3 quilómetros pelas margens do Douro”.
“Será a tirada que completa simbolicamente a viagem do Douro até à Foz, podendo oferecer terreno para um último acerto de contas ou até uma chegada ao sprint”, lê-se na nota informativa que a federação nos enviou que frisa, ainda, que “Artem Nych (Anicolor / Campicarn), vencedor em 2025 e que mais tarde conquistou a Volta a Portugal, surge entre as principais figuras do pelotão, que vai continuar a pedalar na Estrada Nacional 222, já eleita a mais bonita do mundo”.
Quanto a Alexis Guérin, que venceu esta Volta, também deverá alinhar pela Anicolor / Campicarn.
Fotografia de destaque: DR
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