O PCP Porto organiza, esta sexta-feira, dia 10 de abril, pelas 17h30, vários buzinões em diferentes pontos da região contra o aumento do preço dos combustíveis, do gás, dos alimentos, das prestações bancárias, na sequência da guerra no Medio Oriente entre os Estados Unidos e o Irão.
Além do Porto, na Rotunda da Boavista, estão previstos buzinões em Matosinhos, na Rotunda Avenida da República, em Gaia, Santo Ovídio, em Gondomar/Maia, na Rotunda da Areosa e em Penafiel/Paredes, na saída da A4.
“A escalada da guerra e do militarismo arrasta consigo a morte e destruição, a rapina de recursos naturais e alimenta o negócio das armas, mas tem também implicações no dia a dia do povo português. Apesar dos muitos milhões de euros de lucros, os grupos económicos querem aproveitar-se da guerra e da instabilidade internacional para continuar a especular e acumular fortuna”, refere o PCP Poto na nota de imprensa que enviou aos órgãos de comunicação social.
Ainda de acordo com o PCP “a subida dos preços dos combustíveis, do gás, dos alimentos, das prestações bancárias… aí estão para confirmar que são os trabalhadores e o povo que pagam a fatura da guerra para a qual nos arrastam”.
“É preciso dizer não à guerra e a novos pretextos para a subida dos preços. Não podem ser os trabalhadores e os povos a pagar a loucura militarista de Trump e companhia” adiantam os comunistas que recordam que o “custo de vida já hoje é insuportável na habitação, na luz, no gás, nas comunicações e, de forma particular, nos alimentos”.
Na mesma nota de imprensa, o PCP tece, ainda, várias críticas àquilo que têm sido as medidas implementadas pelo Governo no sentido de minimizar esta situação.
“Perante a escalada da guerra, o governo PSD/CDS – tal como o Chega, a IL, ou o PS – limita a sua ação aos impostos, como o ISP nos combustíveis, em vez de pôr os 1000 milhões de euros de lucros da GALP (e outras empresas do sector) a suportar esse aumento. Nos lucros das multinacionais eles não tocam”, sublinham os comunistas que defendem que é preciso “regular preços de bens essenciais e serviços essenciais, baixar o preço dos combustíveis, pondo os lucros da GALP e outras empresas do sector a suportar a suportar os aumentos”.
Fotografia de destaque: DR/PCP - Organização Regional do Porto /Facebook
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