A Polícia Judiciária, Infarmed e Autoridade Tributária e Aduaneira participam, entre 10 e 23 de março de 2026, na operacional da Operação PANGEA XVIII, que este ano decorreu em 90 países de vários continentes.
A PJ destaca, no seu site oficial, que em Portugal, estiveram “envolvidas três entidades na operação: a Polícia Judiciária (PJ), o INFARMED, e a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT)”, sendo que “nas ações desenvolvidas pelas entidades portuguesas, durante o período da operação, foram controladas 431 encomendas, das quais 85 foram apreendidas durante as semanas da operação”.
A PJ destaca que “através do conjunto de encomendas inspecionadas foi possível impedir a entrada em Portugal de 26.525 unidades de medicamentos ilegais, das quais 4.701 foram apreendidas para destruição ou para análise”.
Ainda de acordo com as autoridades “em Portugal, os medicamentos para a disfunção erétil continuam a liderar as apreensões, sendo também de destacar os produtos para emagrecimento”.
A PJ esclarece que a “apreensão de substâncias anabolizantes, oriundas da China, India e Reino Unido, deu origem à abertura de sete inquéritos crime cuja investigação fica a cargo da Polícia Judiciária”.
A PJ avança, ainda, que “de acordo com o comunicado de imprensa da INTERPOL, a Operação PANGEA XVIII levou à apreensão de 6,42 milhões de doses de medicamentos ilícitos, no valor de cerca de 13 milhões de euros, à detenção de 269 pessoas e ao desmantelamento de 66 grupos criminosos envolvidos no comércio ilícito de produtos farmacêuticos.”.
“As autoridades policiais de todo o mundo lançaram 392 investigações e executaram 158 mandados de busca dirigidos a redes criminosas responsáveis pela distribuição de produtos médicos não aprovados, contrafeitos, de qualidade inferior e falsificados”, lê-se na publicação que a PJ partilhou no seu site oficial.
As autoridades esclarecem que “entre os produtos mais apreendidos encontram-se medicamentos para a disfunção erétil, sedativos, analgésicos, antibióticos e produtos para deixar de fumar”.
A PJ reforça, por outro lado, que “as operações de fiscalização digital permitiram interromper a atividade de aproximadamente 5.700 websites, páginas de redes sociais, canais e bots automatizados associados a atividades criminosas, utilizados para promover e vender medicamentos ilícitos”.
Fotografia de destaque: DR/PJ
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